De quem é essa frase? Será que é de Cristo, que há mais de dois mil anos só falava em amor? Ou será que é de Mahatma Gandhi, o homem símbolo da não violência?
Poderia ser também da madre Teresa de Calcutá ou o Betinho que dedicaram boa parte de suas vidas aos pobres? Não, essa frase é do maior cientista do século XX, Albert Einstein, o mesmo que descobriu que tudo neste mundo é relativo.Pois é, um físico, que só lidava com as leis físicas, com a matéria, afirmando que o amor é uma força. Enquanto a violência é causada por uma força de repulsão o amor é uma força de atração. Hoje o mundo vive uma pandemia de excesso de força. O trauma é a maior causa de morte de nossos jovens. Enquanto o excesso de força física é responsável pelo trauma, pela dor e mortes, a força do amor é responsável pela vida e pela saúde. Como diz o título de um grande livro “Quem ama não adoece”.
Se o excesso de força física provoca a dor, a força do amor leva ao prazer, pois a definição biológica do amor é: Amar é ter prazer com.
O Einstein tem razão, biologicamente, o amor é muito forte, ele faz aumentar no sangue hormônios poderosos (endorfina, serotonina, dopamina) que geram bem estar, vasodilatação, relaxamento muscular, etc.
Enquanto o amor atrai, a violência penetra o espaço físico do outro e fere.
O amor tem cuidado e não atropela ninguém.
O amor não tem pressa e chega sempre a tempo.
Quem trabalha com amor não se cansa fácil e por isso é mais produtivo.
O amor aumenta a atenção, e com isso previne o erro e o trauma.
O amor só desobedece à lei da impenetrabilidade, que diz que “dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo”, quando nos põe no lugar do outro, pois amor é empatia.
Então não temos escolha ou começamos a amar hoje ou adoeceremos amanhã.

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